Desembargadora é afastada pelo CNJ após declarações polêmicas: "trabalhando feitos uns animais"
Medida cautelar foi determinada pelo corregedor nacional de Justiça após declarações da magistrada durante sessão administrativa do TRT da 17ª Região.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento preventivo da desembargadora Marise Medeiros Cavalcanti Chamberlain, do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT-17), no Espírito Santo. A decisão foi proferida pelo corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, após a magistrada desferir críticas e termos ofensivos contra a OAB e juízes de primeiro grau durante uma sessão que discutia a reestruturação administrativa da corte.
- Além de ser afastada de suas funções com a suspensão de suas credenciais de acesso aos sistemas e prédios do tribunal, a desembargadora teve seus acessos bloqueados, embora mantenha seus vencimentos até o julgamento pelo Plenário. A magistrada já respondia a outro Processo Administrativo Disciplinar por mensagens político-partidárias, e, em resposta ao ocorrido, o TRT-17 lamentou o episódio e assegurou que adotará as medidas necessárias para preservar a harmonia e o respeito institucional.
Foto: Reprodução
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento preventivo da desembargadora Marise Medeiros Cavalcanti Chamberlain, integrante do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT-17), no Espírito Santo. A decisão foi proferida pelo corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, após declarações da magistrada durante uma sessão administrativa realizada na última quarta-feira (8). A reunião discutia uma proposta de reestruturação administrativa do TRT-17, que previa o remanejamento de servidores das Varas do Trabalho de primeiro grau para setores do segundo grau e áreas administrativas. Durante o debate, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Espírito Santo (OAB-ES) solicitaram o adiamento da votação para aprofundar a análise da proposta. Ao defender a reestruturação, a desembargadora fez críticas à atuação da OAB e de magistrados do primeiro grau, afirmando que essas unidades "não estão produzindo nada" e utilizando expressões consideradas ofensivas ao afirmar que desembargadores trabalham "feito uns animais". As declarações provocaram forte repercussão entre integrantes do sistema de Justiça. Na decisão, o ministro Mauro Campbell entendeu que a conduta da magistrada extrapolou os limites do debate institucional, violando deveres funcionais de urbanidade e respeito entre os integrantes do Poder Judiciário. Segundo o corregedor, o tom adotado e as expressões utilizadas justificaram a adoção imediata da medida cautelar. Além do afastamento, o CNJ determinou o bloqueio das credenciais de acesso da desembargadora aos sistemas eletrônicos e às dependências do TRT-17. Ela permanecerá recebendo remuneração até que o Plenário do Conselho conclua a análise do caso. A magistrada já era alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pelo CNJ em março deste ano para apurar mensagens de conteúdo político-partidário e ofensivo compartilhadas em um grupo restrito de integrantes da Justiça do Trabalho. Em nota, o TRT-17 lamentou o episódio, informou que a sessão foi pública e afirmou que manterá o diálogo com a OAB-ES e demais instituições do sistema de Justiça. O tribunal também declarou que adotará as medidas administrativas cabíveis para preservar o respeito institucional e a regularidade de suas atividades.
Ayrton Senna é reconhecido como Herói da Pátria
Ayrton Senna é reconhecido como Herói da Pátria
Lei sancionada pelo presidente Lula inclui o tricampeão mundial de Fórmula 1 no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi oficialmente reconhecido como Herói da Pátria após a sanção da Lei nº 15.447/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A legislação, originada de um projeto de lei do senador Marcos Pontes, determina a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, situado no Panteão da Pátria, em Brasília.
- Falecido em 1994 durante o Grande Prêmio de San Marino, Senna já havia sido nomeado Patrono do Esporte Brasileiro em 2023. Detentor de três títulos mundiais e 41 vitórias na categoria máxima do automobilismo, o piloto permanece como um dos maiores ícones do esporte nacional, e sua inclusão no livro oficial consolida definitivamente seu legado na identidade histórica do país.
Foto: Reprodução
O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna foi reconhecido oficialmente como Herói da Pátria. A homenagem foi oficializada com a sanção da Lei nº 15.447/2026, que determina a inscrição do nome do ex-piloto no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A nova legislação foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e teve origem no Projeto de Lei nº 789/2024, apresentado pelo senador Marcos Pontes. A proposta recebeu parecer favorável do senador Jorge Kajuru e foi aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Esporte do Senado, sem necessidade de votação em plenário. O título de Herói ou Heroína da Pátria foi criado em 1992 para homenagear personalidades que desempenharam papel relevante na defesa, na construção e no desenvolvimento do Brasil. Considerado um dos maiores pilotos da história do automobilismo, Ayrton Senna conquistou os campeonatos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, além de somar 41 vitórias em Grandes Prêmios ao longo da carreira. Em 2023, ele também foi reconhecido como Patrono do Esporte Brasileiro, em outra homenagem oficial. A trajetória do piloto foi interrompida em 1º de maio de 1994, quando morreu aos 34 anos após um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, disputado no circuito de Ímola, na Itália. Mais de três décadas após sua morte, Ayrton Senna segue como um dos maiores ídolos do esporte brasileiro e uma referência mundial pela habilidade nas pistas, espírito competitivo e legado dentro e fora do automobilismo. Sua inclusão no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria consolida o reconhecimento de sua contribuição para a história e a identidade esportiva do Brasil.
Inscrições para o Prouni 2026 terminam nesta sexta-feira
Inscrições para o Prouni 2026 terminam nesta sexta-feira
Primeira chamada será divulgada em 15 de julho; Bahia reúne mais de 34 mil bolsas nesta edição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) vencem às 23h59 desta sexta-feira (10). O programa oferece 471.304 bolsas em 380 cursos de graduação em instituições privadas. Os estudantes podem participar se alcançaram média mínima de 450 pontos no Enem e atenderam aos critérios de escolaridade previstos pelo programa.
- Vagas estão disponíveis em cursos como Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Administração e Ciências Contábeis. Já Medicina terá apenas 1.013 bolsas. O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de julho.
Foto: Rafa Neddermeyer | Agência Brasil
As inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2026 terminam às 23h59 desta sexta-feira (10). O cadastro deve ser realizado exclusivamente pelo Portal Acesso Único do Ministério da Educação (MEC), utilizando a conta Gov.br. Nesta edição, o programa disponibiliza 471.304 bolsas de estudo em 380 cursos de graduação oferecidos por 879 instituições privadas de ensino superior. Do total, 219.725 bolsas são integrais, cobrindo 100% da mensalidade, e 251.579 são parciais, com desconto de 50%. Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2024 ou 2025, alcançaram média mínima de 450 pontos nas provas objetivas e não zeraram a redação. Além disso, é necessário atender aos critérios de escolaridade previstos pelo programa, como ter cursado o ensino médio na rede pública, em escola privada na condição de bolsista ou em outras modalidades estabelecidas pelo MEC. Pessoas com deficiência e professores da rede pública que pretendem cursar licenciatura ou pedagogia também podem concorrer, conforme as regras do edital. Durante a inscrição, o candidato pode escolher até duas opções de curso, indicando instituição e turno de preferência, além de optar pela ampla concorrência ou pelas vagas destinadas às políticas de inclusão. Até o encerramento do prazo, será possível alterar as escolhas quantas vezes desejar, sendo considerada válida apenas a última opção registrada. Entre os cursos com maior oferta de bolsas estão Análise e Desenvolvimento de Sistemas, com 31.221 vagas, Administração, com 30.893, e Ciências Contábeis, com 27.029. Já Medicina, tradicionalmente um dos cursos mais disputados, reúne 1.013 bolsas nesta edição. O resultado da primeira chamada será divulgado em 15 de julho. A segunda lista de convocados está prevista para 5 de agosto. Os candidatos que não forem selecionados inicialmente ainda poderão manifestar interesse na lista de espera nos dias 26 e 27 de agosto.
PF deflagra nova fase de operação contra fraude em benefícios do INSS na Bahia
PF deflagra nova fase de operação contra fraude em benefícios do INSS na Bahia
Prejuízo aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 100 milhões, segundo a Polícia Federal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma força-tarefa da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União cumpriu mandados judiciais contra um grupo investigado por fraudes na concessão de benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social. A ação faz parte da segunda fase da Operação Monã e ocorreu nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, no sul da Bahia.
- A investigação aponta que o grupo apresentava documentos falsificados para comprovar a pertencimento a comunidades indígenas e conseguia solicitar benefícios como aposentadorias rurais, salários-maternidade e outros auxílios pagos pela Previdência Social. A Justiça Federal determinou o afastamento de dois servidores públicos suspeitos e a Polícia Federal apura a existência de um esquema paralelo envolvendo a contratação de empréstimos consignados vinculados aos benefícios obtidos de maneira fraudulenta.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
Uma força-tarefa da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (9), mandados judiciais contra um grupo investigado por fraudes na concessão de benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação faz parte da segunda fase da Operação Monã e ocorreu nos municípios de Eunápolis e Porto Seguro, no sul da Bahia. As investigações apontam que os suspeitos apresentavam documentos falsificados para comprovar, de forma fraudulenta, o pertencimento de requerentes a comunidades indígenas. Com essa documentação, o grupo conseguia solicitar benefícios como aposentadorias rurais, salários-maternidade e outros auxílios pagos pela Previdência Social. Segundo a Polícia Federal, o esquema pode ter provocado um rombo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio judicial de aproximadamente R$ 1,5 milhão em bens e valores ligados aos investigados. A Justiça Federal também determinou o afastamento de dois servidores públicos suspeitos de participação nas irregularidades. Os investigadores apuram ainda a existência de um esquema paralelo envolvendo a contratação de empréstimos consignados vinculados aos benefícios obtidos de maneira fraudulenta, o que teria ampliado os ganhos do grupo criminoso. Todo o material apreendido durante a operação será analisado para identificar outros envolvidos, esclarecer a estrutura da organização e calcular a extensão dos prejuízos causados à Previdência Social. A Operação Monã prossegue com o objetivo de responsabilizar todos os participantes do esquema e recuperar os recursos desviados.
MPF investiga uso da Lei Rouanet em desfile de Margareth Menezes
MPF investiga uso da Lei Rouanet em desfile de Margareth Menezes
Investigação apura a destinação de cerca de R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet no Carnaval de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar o suposto uso de recursos da Lei Rouanet no desfile da cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante o Carnaval de Salvador de 2026. A investigação busca esclarecer a aplicação de aproximadamente R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet pela empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento, produtora do desfile realizado em 12 de fevereiro.
- A investigação ocorre após o Ministério Público já ter solicitado que o Tribunal de Contas da União (TCU) analisasse a aplicação dos recursos relacionados ao evento, e Margareth Menezes ter negado qualquer irregularidade em suas redes sociais, afirmando que o bloco Os Mascarados nunca recebeu recursos da Lei Rouanet.
Foto: Reprodução
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar o suposto uso de recursos da Lei Rouanet no desfile da cantora e ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante o bloco Os Mascarados, realizado no Carnaval de Salvador de 2026. A investigação, conduzida pelo procurador da República Ovídio Augusto Amoedo Machado, busca esclarecer a aplicação de aproximadamente R$ 290 mil em recursos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991) pela empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento, responsável pela produção do desfile realizado em 12 de fevereiro, no circuito Dodô (Barra-Ondina). Segundo o MPF, a apuração foi aberta após o recebimento de uma notícia de fato apontando possíveis irregularidades na destinação de recursos públicos utilizados no evento. O órgão informou ainda que o Ministério da Cultura foi acionado para prestar esclarecimentos sobre o caso, mas, até o momento da instauração do inquérito, não havia apresentado resposta. A investigação ocorre após o Ministério Público já ter solicitado, em fevereiro deste ano, que o Tribunal de Contas da União (TCU) analisasse a aplicação dos recursos relacionados ao evento. Em publicação nas redes sociais, Margareth Menezes negou qualquer irregularidade e afirmou que o bloco Os Mascarados nunca recebeu recursos da Lei Rouanet. "Peço respeito à minha história. O Bloco Os Mascarados nunca recebeu um centavo da Lei Rouanet. Sou uma mulher negra que construiu sua própria trajetória no Carnaval, prestes a completar 40 anos de carreira. Não vão criminalizar o que eu mais amo na vida: cantar", declarou a ministra. Além da apuração sobre a Lei Rouanet, reportagem do site Metrópoles informou que a Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), vinculada à Secretaria de Turismo da Bahia (Setur), firmou um contrato de R$ 1 milhão com a empresa Pau Viola Cultura e Entretenimento para ações ligadas ao Carnaval da artista. Em nota, a equipe de Margareth Menezes afirmou que não houve qualquer irregularidade na execução dos projetos e sustentou que todas as normas legais e éticas foram observadas.
Mulher trabalha por mais de 50 anos sem salário e é resgatada de condição análoga à escravidão
Vítima atuou para a mesma família durante três gerações e realizava jornadas diárias sem salário, segundo investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 62 anos foi resgatada em uma situação de trabalho análogo à escravidão em uma residência de alto padrão em Eusébio, após mais de cinco décadas de trabalho sem remuneração. Ela começou a trabalhar aos sete anos de idade e permaneceu sob a tutela da família, sem acesso à educação e com privação de liberdade. A investigação apontou uma grave violação à dignidade humana e caracterizou a situação como trabalho em condição análoga à escravidão.
Foto ilustrativa / reprodução
Uma mulher de 62 anos foi resgatada de uma situação de trabalho análogo à escravidão em uma residência localizada em um condomínio de alto padrão no município de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. Embora a operação tenha sido realizada em junho, o caso só foi divulgado pelas autoridades na última semana. Segundo a Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT), a vítima começou a trabalhar para a mesma família em 1971, quando tinha apenas sete anos de idade. Desde então, permaneceu prestando serviços ao mesmo núcleo familiar, atravessando três gerações sem receber salário mensal. As investigações apontam que a rotina da mulher começava por volta das 4h30. Ela preparava o café da manhã, ajudava na organização das crianças para a escola, fazia refeições, limpava a residência, organizava os ambientes e cuidava dos menores ao longo do dia. Durante a fiscalização, uma das empregadoras chegou a afirmar aos auditores que a trabalhadora "foi dada pela mãe", declaração que passou a integrar o relatório da investigação. Os auditores concluíram que a vítima permaneceu submetida, durante mais de cinco décadas, a uma relação marcada pela ausência de remuneração, dependência econômica, privação de acesso à educação e permanência contínua no ambiente familiar desde a infância. Para a equipe de fiscalização, as condições configuram uma grave violação da dignidade humana e caracterizam trabalho em condição análoga à escravidão. No momento do resgate, a mulher morava na residência da bisneta da primeira empregadora. Entre suas funções estavam os cuidados diários de duas crianças, de 7 e 11 anos, além do preparo das refeições e da execução de todos os serviços domésticos da casa. A investigação também revelou que, mesmo sendo hipertensa e apresentando episódios frequentes de mal-estar em situações de estresse, ela continuava desempenhando normalmente todas as atividades exigidas pelos empregadores. O caso segue sob acompanhamento das autoridades trabalhistas e dos órgãos responsáveis pela responsabilização dos envolvidos e pela garantia dos direitos da trabalhadora resgatada.
Justiça Eleitoral inicia convocação de mesários para eleições de outubro
Justiça Eleitoral inicia convocação de mesários para eleições de outubro
Convocados receberão carta com local de atuação, função e informações sobre treinamento
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Willian Silva | Sudoesta Bahia
A Justiça Eleitoral começou a enviar as cartas de convocação para os mesários e demais colaboradores que atuarão no apoio logístico das eleições de outubro. O documento informa a função que será desempenhada durante o pleito, a seção eleitoral de atuação e as orientações sobre o treinamento obrigatório. Os eleitores convocados que não puderem exercer a função têm o prazo de cinco dias, contados a partir da publicação do edital de nomeação, para solicitar dispensa ao juiz eleitoral. O pedido deve ser acompanhado de documentação que comprove a impossibilidade de participação. No dia da votação, os mesários são responsáveis por identificar os eleitores, realizar a conferência da chamada "zerésima", procedimento que comprova a inexistência de votos registrados na urna eletrônica antes da abertura da seção, além de auxiliar na organização e condução dos trabalhos eleitorais. Tradicionalmente, a Justiça Eleitoral prioriza a convocação de cidadãos que já atuaram como mesários em pleitos anteriores. Também é possível integrar as equipes por meio do programa de mesário voluntário, mediante cadastro prévio. Embora a atividade não seja remunerada, os convocados têm direito a benefícios, como dois dias de folga para cada dia trabalhado ou de treinamento, auxílio-alimentação de R$ 65 e aproveitamento das horas de serviço como atividade complementar em instituições de ensino superior. O número de mesários que será mobilizado para as eleições deste ano ainda não foi divulgado. No pleito presidencial de 2022, cerca de 1,5 milhão de pessoas atuaram como mesários em todo o país. O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso nenhum candidato à Presidência ou aos governos estaduais alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.
BC pode limitar Pix de empresas com falhas de segurança
BC pode limitar Pix de empresas com falhas de segurança
Medidas em estudo preveem limitações para instituições que descumprirem requisitos de segurança cibernética e buscam reduzir o risco de novos ataques hackers.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Banco Central do Brasil estuda implementar novas regras regulatórias para limitar o acesso ao Pix por parte de instituições financeiras que apresentem vulnerabilidades em sua segurança cibernética. A proposta visa permitir a aplicação de sanções preventivas e cautelares imediatas, como a limitação de horários, dias e valores para transações, além da suspensão do registro de novas chaves Pix. A medida busca dar mais agilidade à supervisão da autoridade monetária, evitando fraudes antes que processos administrativos demorados sejam concluídos na Justiça.
- A iniciativa ganhou urgência após uma série de ataques cibernéticos em 2025 que resultaram em prejuízos de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, incluindo um desvio expressivo de R$ 813 milhões envolvendo a empresa C&M Software. Para embasar a nova regulamentação e identificar gargalos tecnológicos, o Banco Central iniciou um diagnóstico do setor por meio de um questionário com mais de 400 perguntas enviado às instituições financeiras sobre infraestrutura de TI, uso de inteligência artificial e proteção de dados.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O Banco Central (BC) estuda criar novas regras para restringir o acesso ao Pix por instituições financeiras que não cumprirem os requisitos mínimos de segurança cibernética. A proposta faz parte de um conjunto de medidas para reforçar a proteção do sistema financeiro nacional após ataques hackers que provocaram desvios bilionários de recursos nos últimos anos. Pelas mudanças em discussão, instituições que apresentarem fragilidades em seus mecanismos de proteção poderão sofrer sanções preventivas. Entre as medidas avaliadas estão a limitação de horários, dias e valores para transações via Pix, além da proibição do registro de novas chaves no sistema de pagamentos instantâneos. Atualmente, o Banco Central pode aplicar multas e outras penalidades em casos de descumprimento das normas do Pix. No entanto, segundo técnicos da autoridade monetária, os processos administrativos costumam ser demorados e frequentemente acabam sendo contestados na Justiça. Com o novo modelo regulatório, o objetivo é permitir que a área de supervisão adote medidas cautelares antes que falhas de segurança resultem em prejuízos aos usuários e ao sistema financeiro. A expectativa é incentivar bancos e instituições de pagamento a ampliar os investimentos em tecnologia e proteção contra ataques cibernéticos. Enquanto as novas regras são elaboradas, o Banco Central iniciou uma ampla avaliação das instituições reguladas. Um questionário com mais de 400 perguntas foi enviado para medir o nível de segurança das empresas, incluindo estrutura de tecnologia da informação, utilização de inteligência artificial e mecanismos de proteção de dados relacionados às chaves Pix. As respostas servirão de base para identificar instituições com maior exposição a riscos e orientar futuras ações de fiscalização. O debate ganhou força após uma série de ataques registrados em 2025. Segundo o Banco Central, os prejuízos causados por fraudes e invasões chegaram a cerca de R$ 1,5 bilhão. O maior caso envolveu a empresa C&M Software, responsável por serviços tecnológicos ao sistema financeiro, quando cerca de R$ 813 milhões foram desviados de contas utilizadas por bancos e instituições de pagamento para operações do Pix.
Itamaraty vê risco de ação militar dos EUA em solo brasileiro após classificação terrorista
Ministro das Relações Exteriores afirma que medida adotada pelo governo Donald Trump pode abrir brechas para ações unilaterais e gerar impactos à soberania brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, alertou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode comprometer a soberania nacional. Em resposta à Câmara dos Deputados, o chanceler explicou que a legislação antiterrorista norte-americana possibilita o uso de força militar em território estrangeiro e acarreta severas sanções administrativas, financeiras e migratórias que podem impactar cidadãos e empresas brasileiras de forma unilateral.
- Vieira ressaltou que o governo brasileiro não foi consultado sobre a medida e se posiciona contra o enquadramento dessas facções como grupos terroristas, uma vez que a legislação nacional possui critérios distintos para essa tipificação. O Itamaraty defende que os mecanismos bilaterais de cooperação já existentes são suficientes para combater o crime organizado, tornando desnecessária a classificação imposta recentemente pelo governo de Donald Trump.
Foto: Reprodução
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira afirmou que a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode abrir espaço para o uso de força militar norte-americana em território brasileiro. A declaração foi feita em resposta a um pedido de informações encaminhado à Câmara dos Deputados. No documento enviado ao deputado federal Evair Vieira de Melo, o chanceler afirmou que a classificação adotada pelo governo do presidente Donald Trump pode produzir efeitos relevantes para a soberania nacional e para a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Segundo Mauro Vieira, a legislação antiterrorismo dos Estados Unidos permite medidas administrativas e judiciais de alcance internacional, o que pode afetar cidadãos e empresas brasileiras nos campos financeiro, migratório e penal. Para o ministro, as ferramentas de cooperação entre os dois países, como troca de informações, combate à lavagem de dinheiro e recuperação de ativos, já existem e independem dessa classificação. O chefe do Itamaraty também informou que o Brasil não foi consultado formalmente antes da decisão norte-americana, classificando a medida como unilateral. De acordo com ele, o governo brasileiro mantém posição contrária ao enquadramento das facções como organizações terroristas. No Brasil, a legislação prevê a tipificação de terrorismo para atos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito com o objetivo de provocar terror social, definição diferente da adotada pelos Estados Unidos. Há cerca de um mês, o governo norte-americano anunciou a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas estrangeiras. A medida permite sanções mais amplas, como bloqueio de bens, restrições financeiras e impedimentos migratórios contra integrantes e pessoas ou empresas que mantenham relações com esses grupos criminosos.
Enem 2026 supera 5 milhões de inscritos e registra maior número de candidatos desde 2022
Mudanças nas regras de inscrição e ampliação dos locais de prova impulsionaram o crescimento da participação no exame deste ano
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Seduc
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 registrou 5.055.818 inscritos confirmados, segundo balanço preliminar divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta sexta-feira (3). O total representa o maior número de participantes desde 2022, com um crescimento de 48,8% em relação a 2022, e um aumento de 5,08% em relação à edição anterior, que registrou 4.811.338 participantes. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o aumento foi impulsionado pela inscrição automática dos estudantes concluintes da rede pública e pela ampliação da rede de aplicação das provas, com a inclusão de 95 novos municípios. Neste ano, os alunos do último ano do ensino médio em escolas públicas tiveram a inscrição realizada automaticamente e precisaram apenas confirmar os dados na Página do Participante. O MEC também prevê o pagamento de um incentivo de R$ 200 aos beneficiários do programa Pé-de-Meia que comparecerem aos dois dias de prova. As provas do Enem serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, em todos os estados e no Distrito Federal. A expectativa do Inep é que cerca de 80% dos concluintes da rede pública realizem o exame na própria escola onde estudam. Também nesta sexta-feira termina o prazo para recurso dos candidatos que tiveram negado o pedido de atendimento especializado. A documentação deve ser enviada pela Página do Participante, e o resultado será divulgado em 10 de julho. Principal porta de entrada para o ensino superior no país, o Enem é utilizado como critério de seleção para programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Desenrola Adimplentes exigirá autoexclusão de bets por seis meses
Regra também valerá para nova linha de crédito do Fies.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que o acesso aos programas Desenrola Adimplentes e Fies Empreendedor exigirá o bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as "bets", por um período de seis meses. A medida valerá tanto para trabalhadores informais que buscam uma nova linha de crédito quanto para formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejam empreender por meio do programa, reforçando a exigência de autoexclusão das casas de apostas para ambos os grupos.
- O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais sem vínculo empregatício CLT, servidores públicos ou aposentados/pensionistas do INSS, que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A iniciativa faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito, ao mesmo tempo em que incentiva o uso responsável dos recursos pelos beneficiários, com detalhes adicionais das regras e cronograma a serem divulgados.
Foto: Diogo Zacarias | Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta segunda-feira (29) que o acesso ao programa Desenrola Adimplentes e ao Fies Empreendedor estará condicionado ao bloqueio voluntário dos beneficiários em plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets, por um período de seis meses. Segundo o ministro, a exigência valerá tanto para trabalhadores informais que buscarem a nova linha de crédito quanto para os formados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que desejarem empreender por meio do programa. "Tanto no caso do informal, que vai passar a ter uma nova linha a 1,99% ao mês, quanto no caso do estudante graduado do Fies, nós vamos exigir que eles fiquem seis meses com a autoexclusão habilitada também das casas de apostas, das bets", afirmou Durigan. O Desenrola Adimplentes é voltado a trabalhadores informais que não possuem vínculo empregatício pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), não são servidores públicos e também não recebem aposentadoria ou pensão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O programa tem como público-alvo pessoas que mantêm as contas em dia, mas enfrentam dificuldades para conseguir crédito ou precisam recorrer a empréstimos com juros elevados. A medida faz parte das ações do governo federal para ampliar o acesso ao crédito e, ao mesmo tempo, incentivar o uso responsável dos recursos por parte dos beneficiários. O detalhamento das regras e o cronograma de implantação dos programas ainda serão divulgados pelo governo.
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Brasil tenta acordo para evitar tarifas de 25% dos EUA
Alckmin criticou atuação de Flávio Bolsonaro sobre o tema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo brasileiro está em intensas negociações com os Estados Unidos para evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre produtos nacionais, com o prazo final para um acordo estabelecido em 15 de julho. Representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões, buscando convencer os EUA de que um entendimento comercial é mais vantajoso do que a imposição das novas tarifas, recomendadas pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). O Ministério das Relações Exteriores chegou a afirmar que a decisão norte-americana decorre de uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira, enquanto segue utilizando os canais diplomáticos para defender as políticas adotadas pelo Brasil.
- Em meio às tratativas, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou publicamente o senador Flávio Bolsonaro por sua atuação no tema, classificando-o como um dos "maus brasileiros" que trabalharam contra o país. Apesar de reconhecer a complexidade das negociações, o governo brasileiro mantém a expectativa de alcançar um entendimento antes do prazo. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão efetivar a tarifa adicional de 25% sobre parte das exportações brasileiras, impactando o comércio bilateral.
Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil
O governo brasileiro intensificou as negociações com os Estados Unidos para tentar evitar a aplicação de tarifas extras de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. O prazo para um acordo termina em 15 de julho, e representantes dos dois países mantêm uma agenda de reuniões para discutir o tema. Segundo o governo, a estratégia é demonstrar que um acordo comercial é mais vantajoso para ambos os países do que a adoção das novas tarifas. A medida foi recomendada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR). Na última quarta-feira (24), o Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota nas redes sociais afirmando que a decisão dos Estados Unidos tem origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira. O Itamaraty informou ainda que continua utilizando os canais diplomáticos para defender que as políticas adotadas pelo Brasil não prejudicam o comércio bilateral. Durante um evento sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (26), em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, nas tratativas envolvendo as tarifas. "Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando remediar o que foi feito", afirmou Alckmin. Apesar de considerar as negociações difíceis, o governo brasileiro acredita que ainda é possível chegar a um entendimento antes do prazo final. Caso não haja acordo até 15 de julho, os Estados Unidos poderão aplicar a tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos exportados pelo Brasil.
IBGE abre seleção com mais de 9 mil vagas temporárias e salários de até R$ 5,2 mil
Processos seletivos são voltados ao Censo Agropecuário e ao Censo da População em Situação de Rua; inscrições seguem até julho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu inscrições para dois processos seletivos simplificados que oferecem 9.652 vagas temporárias em todo o país. Os salários chegam a R$ 5.255,40 e as inscrições podem ser feitas até 1º de julho e 15 de julho, respectivamente.
- As vagas são destinadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e ao 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua, com oportunidades para cargos como Agente Censitário Supervisor, Analista Censitário e outros, contemplando áreas como Jornalismo, Tecnologia da Informação e mais.
Foto: Divulgação | IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu inscrições para dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias em todo o país. As oportunidades são destinadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e ao 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua, com salários que chegam a R$ 5.255,40. O primeiro edital oferece 8.238 vagas para candidatos com ensino médio completo. Há oportunidades para os cargos de Agente Censitário Supervisor, Agente Censitário Regional, Agente Operacional Regional, Agente de Informática Censitária e Agente Administrativo Censitário, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além de benefícios. As inscrições podem ser feitas até 1º de julho, e as provas objetivas estão previstas para 27 de setembro. Já o segundo edital reúne 1.414 vagas para candidatos de níveis médio e superior. São 394 oportunidades para Agente Censitário de Qualidade, com salário de R$ 2.932, e 1.020 para Analista Censitário, com remuneração de R$ 5.255,40. As vagas para analista contemplam áreas como Jornalismo, Tecnologia da Informação, Estatística, Economia, Agronomia, Ciências Sociais e Engenharia. As inscrições seguem até 15 de julho, e as provas serão aplicadas em 30 de agosto. Os editais também preveem reserva de vagas para pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, conforme os percentuais estabelecidos pelo IBGE.
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
O pedido foi feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido para prorrogar a prisão domiciliar, apoiado por um laudo médico que demonstre a necessidade de cuidados contínuos e especiais devido às múltiplas comorbidades apresentadas. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e está cumprindo pena em sua residência.
- O laudo médico atualizado aponta que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua, apesar de permanecer estável, e não representa resolução das enfermidades de base. Isso significa que os cuidados especiais e o monitoramento contínuo são necessários.
Foto: Ton Molina | STF
Com relatório médico atualizado na segunda-feira (22), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido, na noite de terça-feira (23), para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para que a prisão domiciliar seja prorrogada. De acordo com o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua e cuidados especiais, apesar de permanecer estável. "Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas", disse. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, e está cumprindo pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, desde março deste ano.
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Duas crianças morreram após consumir chocolate com veneno; mãe sobreviveu após dias internada em UTI.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça do Maranhão condenou Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças, Luiz Fernando (7) e Evillyn Fernanda (13), e deixou a mãe, Mírian Lira Rocha, gravemente ferida em Imperatriz. O crime, ocorrido em abril de 2025, foi motivado por ciúmes e vingança contra Mírian, ex-companheira do então namorado da vítima, que enviou o chocolate contaminado com chumbinho.
- Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu duplo homicídio qualificado contra as crianças e tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, com qualificadoras como motivo torpe, uso de veneno e dissimulação. Além da pena de prisão, a condenada foi sentenciada a pagar indenização por danos morais às vítimas, e sua prisão preventiva foi mantida, sem direito a recorrer em liberdade.
Foto: Reprodução
A Justiça do Maranhão condenou, na madrugada desta terça-feira (23), Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que causou a morte de duas crianças e deixou uma mulher gravemente ferida em Imperatriz, no sudoeste do estado. As vítimas fatais foram Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13. A mãe das crianças, Mírian Lira Rocha, também consumiu o chocolate contaminado, ficou internada por vários dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sobreviveu. Segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o crime ocorreu em abril de 2025 e foi motivado por ciúmes e vingança. Jordélia era ex-companheira do então namorado de Mírian e, de acordo com as investigações, enviou à residência da vítima um ovo de Páscoa contaminado com chumbinho, substância utilizada ilegalmente como veneno para ratos. As apurações apontaram que a acusada viajou de Santa Inês para Imperatriz, hospedou-se em um hotel utilizando nome falso e contratou um mototaxista para realizar a entrega do presente. O chocolate foi acompanhado por um bilhete com a mensagem: “Com amor para Mirian Lira. Feliz Páscoa!!!”. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu que Jordélia cometeu duplo homicídio qualificado contra as duas crianças, com as qualificadoras de motivo torpe, uso de veneno, dissimulação e pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos. Os jurados também consideraram que houve tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, pelos mesmos motivos. Conforme a decisão judicial, a morte da mulher só não ocorreu devido ao rápido atendimento médico recebido. Além da pena de 66 anos de prisão, a Justiça determinou o pagamento de indenização por danos morais equivalente a 100 salários mínimos para Mírian e 400 salários mínimos para os pais das crianças. O juiz manteve a prisão preventiva da condenada e negou o direito de recorrer em liberdade. Durante as investigações, Jordélia admitiu ter comprado e enviado o ovo de Páscoa, mas negou ter colocado veneno no alimento. A versão foi rejeitada pela acusação e considerada inconsistente pela Justiça diante das provas reunidas ao longo do processo.
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Investigação aponta suspeitas de manipulação contábil e operações financeiras irregulares; Justiça autorizou bloqueio milionário de bens.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a Operação Miragem para investigar supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional no Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo. A investigação aponta irregularidades na administração do banco, incluindo manipulação de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômica-financeira da instituição.
- Os investigadores também apuram operações financeiras irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco e a possível inserção de informações falsas em sistemas de controle do órgão regulador. Os envolvidos podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos e realização de operações de crédito vedadas.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem, que investiga um suposto esquema de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo a gestão do Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio e sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 670,3 milhões. Segundo a Polícia Federal, a investigação teve como base relatórios produzidos pelo Banco Central, que apontaram supostas irregularidades na administração da instituição financeira. As apurações indicam que teria havido manipulação sistemática de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômico-financeira do banco e transmitir uma imagem de solvência aos órgãos de fiscalização. Ainda conforme a PF, o esquema teria permitido a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas que somam centenas de milhões de reais. Os investigadores também apuram operações financeiras supostamente irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível inserção de informações falsas em sistemas oficiais de controle do órgão regulador. Edir Macedo aparece entre os investigados por ser proprietário da instituição financeira. Até a publicação desta reportagem, o Banco Digimais não havia se manifestado sobre a operação. Os envolvidos poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela legislação do Sistema Financeiro Nacional. Fundado em 1981 como Banco Renner, em Porto Alegre (RS), o Digimais passou por mudanças de controle e adotou a atual marca em 2020, quando foi transformado em banco digital. Naquele ano, Edir Macedo assumiu o controle integral da instituição, da qual já era acionista desde 2009.
Denúncias de violência digital contra mulheres crescem 188%
Denúncias de violência digital contra mulheres crescem 188%
Central Ligue 180 recebeu mais de 16 mil denúncias entre janeiro e maio; aumento pode indicar redução da subnotificação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As denúncias de violência contra mulheres em ambientes digitais dispararam 188,6% nos cinco primeiros meses de 2026, com 16.725 registros na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, em comparação com 5.795 no mesmo período de 2025. Dados do Ministério das Mulheres revelam que plataformas como redes sociais, aplicativos de mensagens e jogos online têm sido usadas para ameaçar, perseguir, humilhar e expor mulheres e meninas. A ministra Márcia Lopes atribui parte do aumento à redução da subnotificação, indicando maior confiança no serviço de denúncias.
- Diante do cenário, o governo federal tem agido, promovendo a capacitação de cerca de 350 atendentes do Ligue 180 para identificar e encaminhar casos de violência digital. A entrada em vigor do Decreto nº 12.976/2026, que exige a remoção de imagens íntimas sem consentimento em até duas horas por plataformas digitais, e o lançamento da campanha “O Digital é Nosso Lugar” são outras iniciativas. A violência digital agora ocupa a quinta posição entre as denúncias da central, e em 2025, quase metade das vítimas eram mulheres negras, com a faixa etária de 35 a 44 anos sendo a mais afetada.
Foto: Ministério das Mulheres
As denúncias de violência contra mulheres em ambientes digitais cresceram 188,6% nos cinco primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Ministério das Mulheres. Entre janeiro e maio deste ano, a Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 registrou 16.725 denúncias desse tipo, contra 5.795 no mesmo período de 2025. De acordo com o levantamento, redes sociais, aplicativos de mensagens, jogos online e outras plataformas digitais têm sido utilizados para ameaçar, perseguir, humilhar, chantagear, expor indevidamente e intimidar mulheres e meninas. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que o aumento dos registros pode estar relacionado à redução da subnotificação. Segundo ela, mais mulheres estão confiando no serviço e se sentindo seguras para denunciar. “Ter os dados da realidade é muito importante. A gente só vai acertar nas respostas pelos governos e políticas públicas quando tiver mais realismo nas informações”, destacou. Para melhorar o atendimento às vítimas, o Ministério das Mulheres e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) promoveram a capacitação de cerca de 350 atendentes do Ligue 180. O treinamento teve foco na identificação e no encaminhamento de casos de violência digital. Os dados mostram ainda que esse tipo de violência já ocupa a quinta posição entre as denúncias recebidas pela central. Em 2025, estava em sétimo lugar. Segundo o ministério, quase metade das vítimas registradas no ano passado eram mulheres negras. A faixa etária com maior número de denúncias foi a de 35 a 44 anos. O crescimento das ocorrências acontece no momento em que entra em vigor o Decreto nº 12.976/2026, que estabelece regras para o combate à violência contra mulheres na internet. Entre as medidas, está a obrigação de plataformas digitais removerem, em até duas horas, imagens íntimas divulgadas sem consentimento. O governo federal também lançou a campanha nacional “O Digital é Nosso Lugar”, que incentiva a denúncia e o enfrentamento da violência contra mulheres nos ambientes virtuais.
Flexibilização de férias amplia descanso de juízes e procuradores para 178 dias
Flexibilização de férias amplia descanso de juízes e procuradores para 178 dias
Mudanças nas regras de parcelamento das férias permitem ampliar períodos de descanso e indenizações para magistrados e membros do Ministério Público.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho da Justiça Federal e a Procuradoria-Geral da República permitiram que juízes e procuradores distribuam os 60 dias de férias anuais em períodos menores, ampliando a possibilidade de descanso ao longo do ano. Esse privilégio tem gerado debate sobre privilégios no serviço público.
Foto : Luiz Silveira | Agência CNJ
Mudanças nas regras de parcelamento das férias de magistrados e integrantes do Ministério Público têm provocado debate sobre privilégios no serviço público. As alterações permitem que juízes e procuradores distribuam os 60 dias de férias anuais em períodos menores, ampliando a possibilidade de descanso ao longo do ano e, em alguns casos, aumentando o valor recebido em indenizações por férias não usufruídas. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, a flexibilização adotada pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) permite que os períodos de férias sejam fracionados em blocos menores, inclusive de cinco dias. Na prática, a medida possibilita que os integrantes dessas carreiras utilizem os fins de semana para ampliar os períodos de folga sem consumir mais dias do saldo de férias. Com a soma dos 60 dias de férias, dos fins de semana ao longo do ano e do recesso forense, magistrados e procuradores podem alcançar até 178 dias de descanso anuais. O número representa quase metade do ano e supera significativamente a quantidade de folgas de trabalhadores da iniciativa privada. Outro ponto que tem gerado discussão é a possibilidade de conversão de parte das férias em indenização financeira. Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) permite o pagamento de até 30 dias de férias não usufruídas, valor que possui caráter indenizatório e não sofre incidência de Imposto de Renda. A reportagem também destaca que as regras aplicadas a magistrados diferem das adotadas para trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que podem parcelar as férias em até três períodos, observando limites mínimos estabelecidos pela legislação. Procurados pela Folha, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Procuradoria-Geral da República e o Conselho da Justiça Federal apresentaram posicionamentos distintos sobre o tema. O CNJ informou que cabe a cada tribunal regulamentar as regras de férias dos magistrados. Já a PGR afirmou que apenas seguiu alterações adotadas pela Justiça Federal. O CJF não respondeu aos questionamentos da reportagem.
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
Portaria publicada no Diário Oficial da União designa militares para funções na Segurança Presidencial e gerou repercussão nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção por mencionar nomes hipotéticos 'Fulano de Tal' e 'Cicrano de Tal' entre os militares designados para a Secretaria de Segurança Presidencial.
- A publicação gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Foto: José Cruz | Agencia Brasil
Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção nas redes sociais nesta segunda-feira (22) após trazer os nomes “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” entre os militares designados para atuar na Secretaria de Segurança Presidencial. O documento foi publicado no Diário Oficial da União e é assinado pelo diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento. Além dos nomes que despertaram curiosidade, a portaria também cita o sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite. Segundo o texto, os militares foram designados para exercer a função de assistente na Secretaria de Segurança Presidencial, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República, em nível IV. A publicação rapidamente repercutiu nas redes sociais devido ao uso das expressões “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal”, tradicionalmente empregadas para representar pessoas de identidade desconhecida ou hipotética. Outro detalhe que chamou atenção foi a grafia “Cicrano”. De acordo com registros da língua portuguesa, a forma mais comum é “Sicrano”, geralmente utilizada na expressão popular “Fulano, Sicrano e Beltrano”, usada para indicar pessoas indeterminadas. Até o momento da repercussão do caso, não havia esclarecimento oficial sobre se os nomes foram inseridos por engano, se houve anonimização proposital das informações ou se a publicação seria posteriormente corrigida. A portaria segue disponível no Diário Oficial da União e gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Veja o que diz a mensagem:
“O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA SECRETARIA-EXECUTIVA DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe fora subdelegada pelo art. 2º, da Portaria GSI/PR nº 66, de 1º de julho de 2019, resolve:
Ficam designados os militares a seguir para exercerem a função de ASSISTENTE na Secretaria de Segurança Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República código Nível IV e ficando dispensados das que atualmente ocupam:
- 1º SG MB MÁRCIO ADRIANO DE JESUS LEITE;
- Maj EB FULANO DE TAL; e
- 1º Ten PMDF CICRANO DE TAL”.
Apreensão de cocaína líquida em carga de madeira pode ser a maior da história do Brasil
Droga foi encontrada em oito caminhões na fronteira com a Bolívia; estimativa é de até 50 toneladas de cocaína
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Operação conjunta da Receita Federal, Polícia Federal, Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu carga de cocaína líquida misturada a madeira em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), na fronteira com a Bolívia. A droga estava escondida em oito caminhões e estima-se que tenha um volume entre 20 e 50 toneladas. Se a quantidade for confirmada, será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil.
- A operação faz parte da Operação Timber Shield, uma cooperação entre as autoridades brasileiras e internacionais para combater o tráfico de drogas.
- As autoridades acreditam que a carga apreendida no Brasil está relacionada a uma apreensão de 100 toneladas de cocaína no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação é uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional.
Foto: Divulgação | Policia Federal
Uma operação da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal, o Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu, neste domingo (21), uma carga de cocaína líquida misturada a cerca de 260 toneladas de madeira transportadas em oito caminhões. A ação ocorreu em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), cidades localizadas na fronteira com a Bolívia. Exames iniciais confirmaram a presença da droga na carga. Segundo a Receita, com base em apreensões anteriores, entre 10% e 20% do peso total da madeira pode corresponder à cocaína, o que representa um volume estimado entre 20 e 50 toneladas. Caso a quantidade seja confirmada, esta será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil e uma das maiores já registradas no mundo. A investigação aponta que a carga tem relação com uma apreensão de 100 toneladas da droga feita no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação. A ação faz parte da Operação Timber Shield, realizada em cooperação com a agência antidrogas dos Estados Unidos e a Aduana Nacional da Bolívia. Em publicação nas redes sociais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação representa "uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional". Segundo as autoridades, informações compartilhadas pelos Estados Unidos indicam que as cargas apreendidas no Brasil e no Chile tiveram origem no mesmo local de produção, na Bolívia.
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Participantes destacaram o uso medicinal da cannabis e defenderam mudanças na legislação brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Milhares de pessoas participaram da 18ª Marcha da Maconha na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (21), com o objetivo de defender a legalização e regulamentação da cannabis no Brasil. Os manifestantes, que incluíam ativistas, pacientes e famílias, criticaram os impactos da criminalização, como a superlotação carcerária, e destacaram a importância do acesso à cannabis medicinal para diversos tratamentos de saúde. Cartazes e faixas reforçaram a demanda por mudanças na legislação e o fim do preconceito em torno do tema.
- A manifestação trouxe à tona dados e depoimentos relevantes sobre o uso da cannabis no país. A professora Stephanie Oliveira, por exemplo, compartilhou a experiência de sua mãe com a cannabis medicinal para dores crônicas, evidenciando o estigma persistente. Levantamentos como o Anuário da Kaya Mind e da Bliss Data revelam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para saúde, com mulheres de meia-idade e idosas sendo o principal grupo de usuários, apesar da resistência social que dificulta o avanço da regulamentação.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Milhares de pessoas participaram da 18ª edição da Marcha da Maconha na tarde deste domingo (21), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato reuniu apoiadores da legalização da cannabis, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre a regulamentação da planta no Brasil. A concentração aconteceu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde os manifestantes defenderam mudanças na legislação e criticaram os impactos da criminalização da maconha. Entre os argumentos apresentados estavam a superlotação do sistema prisional e as dificuldades enfrentadas por pacientes que utilizam medicamentos à base de cannabis para tratamentos de saúde. Cartazes e faixas exibidos durante a manifestação destacavam o uso medicinal da planta e cobravam maior acesso aos produtos derivados da cannabis. O público era formado por pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo idosos, famílias com crianças, pacientes e jovens adultos. A professora Stephanie Oliveira participou da marcha pela primeira vez e relatou que sua mãe utiliza cannabis medicinal para auxiliar no tratamento de dores crônicas e problemas relacionados ao sono. Segundo ela, ainda existe preconceito em torno do tema, o que faz com que muitas pessoas evitem falar abertamente sobre o assunto. Dados do Anuário da Kaya Mind apontam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para tratamentos de saúde. A publicação destaca que a resistência de parte da sociedade em relação ao tema é um dos fatores que dificultam o avanço da regulamentação no país. Outro levantamento, realizado pela Bliss Data em 2026, indica que mulheres de meia-idade e idosas representam atualmente o principal grupo de usuários de cannabis medicinal no Brasil. A Marcha da Maconha é realizada anualmente em diversas cidades brasileiras e busca ampliar o debate público sobre políticas de drogas, saúde e direitos dos usuários.
Brasil deve adotar gasolina com 32% de etanol a partir da próxima quarta, afirma Alckmin
Governo prevê redução no preço do combustível, menor dependência de importações e estímulo à produção nacional de biocombustíveis
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal, por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin, anunciou que a mistura obrigatória de etanol na gasolina será elevada de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24), após aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esta medida visa principalmente a redução do preço da gasolina para o consumidor, além de promover benefícios ambientais e fortalecer a indústria de biocombustíveis no país.
- A expectativa é que o aumento do percentual de etanol reduza a necessidade de importação de gasolina em cerca de 500 milhões de litros mensais, visando a autossuficiência do Brasil no abastecimento do combustível. A iniciativa se alinha à política de incentivo a renováveis da Lei do Combustível do Futuro, seguindo um aumento anterior de 27,5% para 30% em 2025, e é impulsionada pelo crescimento da produção de etanol de milho, com destaque para Mato Grosso, que é crucial para a expansão da nova mistura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A mistura obrigatória de etanol na gasolina deve passar de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24). O anúncio foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que informou que a medida será submetida à aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo o governo federal, a mudança vai ajudar a reduzir o preço da gasolina para o consumidor, além de diminuir a emissão de poluentes e fortalecer a cadeia produtiva de biocombustíveis no país. A expectativa é que o aumento da participação do etanol elimine a necessidade de importar cerca de 500 milhões de litros de gasolina por mês, tornando o Brasil autossuficiente no abastecimento do combustível. A medida integra a política de incentivo aos combustíveis renováveis prevista na Lei do Combustível do Futuro. Em 2025, o percentual de etanol na gasolina já havia sido elevado de 27,5% para 30%. O governo também destaca o avanço da produção de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. Mato Grosso lidera o setor e responde por cerca de 70% da oferta nacional desse combustível, considerado estratégico para a expansão da nova mistura.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
Formandos em medicina precisarão ser aprovados no Enamed para exercer a profissão
Medida provisória publicada pelo governo federal torna a aprovação no exame requisito para obtenção do registro profissional nos Conselhos Regionais de Medicina
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal publicou nesta sexta-feira (19) uma medida provisória que estabelece a aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) como requisito obrigatório para que novos profissionais de medicina obtenham seu registro. Com a mudança, estudantes que iniciarem o curso de medicina após a vigência da norma precisarão alcançar a pontuação mínima exigida para se inscreverem nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e exercerem a profissão.
- Criado em 2025, o Enamed, que anteriormente avaliava a qualidade dos cursos e auxiliava na seleção para residências, agora também verificará se os formandos possuem o nível de conhecimento adequado para atuar na área. Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, essa nova função exige que o estudante atinja pelo menos 60 pontos para ser considerado proficiente.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
O governo federal publicou nesta sexta-feira (19) uma medida provisória que torna a aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) um requisito para que novos médicos obtenham registro profissional. Com a mudança, estudantes que iniciarem o curso de medicina após a entrada em vigor da norma terão de alcançar a pontuação mínima exigida no exame para se inscrever nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e exercer a profissão. Criado em 2025, o Enamed era utilizado para medir a qualidade dos cursos de medicina e auxiliar a seleção de candidatos para programas de residência médica. A partir de agora, o exame também passará a avaliar se os formandos possuem o nível de conhecimento considerado adequado para atuar na área. Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, a medida dá uma nova função ao exame. "A MP confere ao Enamed um papel novo. Ano passado o Enamed, além de avaliar a qualidade dos cursos de graduação, ele passou a entregar a todos os participantes uma informação sobre o atingimento por parte dos estudantes de um nível mínimo de proficiência para exercício da profissão", afirmou. De acordo com o governo, o estudante precisará atingir pelo menos 60 pontos para ser considerado proficiente. "A pontuação necessária para a proficiência do Enamed é de 60 pontos", disse Palacios.
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Levantamento aponta vantagem de 5,2 pontos do presidente sobre o senador do PL; avaliação positiva do governo também registrou alta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 48,1% das intenções de voto. Em um cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 34,1%. A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal, com 39,8% dos entrevistados considerando a gestão Lula ótima ou boa.nnAlém disso, a pesquisa apontou uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%.nnEsses resultados sugerem possíveis mudanças nas percepções da população em relação aos principais órgãos do Estado.nnAs principais lideranças de acordo com as intenções de voto para o primeiro turno mostraram: Ronaldo Caiado (PSD) com 4,
Foto: Reprodução
Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o levantamento, Lula aparece com 48,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 42,9%. Ambos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais. O estudo foi realizado entre os dias 8 e 12 de junho com 2 mil entrevistados. Cenário de primeiro turno - Na simulação para o primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 34,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4,5%; Romeu Zema (Novo), com 3,5%; Renan Santos (Missão), com 2,3%; Joaquim Barbosa (DC), com 2,1%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1,1%; e Augusto Cury (Avante), com 0,9%. Avaliação do governo - A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal. Os entrevistados que consideram a gestão Lula ótima ou boa somam 39,8%, ante 37,5% no levantamento anterior, realizado em maio. Já a parcela que avalia o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%. O levantamento apontou ainda uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%. Já a reprovação caiu de 60,1% para 58,8%.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Capotamento de ônibus deixa sete mortos no Ceará
Capotamento de ônibus deixa sete mortos no Ceará
Veículo transportava atletas da categoria sub-19 e retornava de competição em Sobral quando saiu da pista e caiu em um barranco.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um ônibus que transportava atletas da equipe masculina sub-19 da Associação Desportiva e Cultural de Juazeiro do Norte (Adeju) capotou na madrugada de segunda-feira (15) na CE-18, próximo a Tauá, no Ceará. Sete pessoas morreram, mas a maioria dos passageiros conseguiu sair do veículo com apenas escoriações. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas e inicialmente se considera falha mecânica ou erro do motorista.
- As autoridades relatam que os passageiros não estavam usando cintos de segurança no momento do capotamento. O motorista foi encaminhado para atendimento médico e prestou esclarecimentos à investigação.
Foto: Reprodução
Sete pessoas morreram após um ônibus que transportava atletas da equipe masculina sub-19 da Associação Desportiva e Cultural de Juazeiro do Norte (Adeju) capotar na madrugada desta segunda-feira (15), na rodovia estadual CE-18, próximo ao município de Tauá, no interior do Ceará. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o veículo levava cerca de 46 passageiros e retornava de Sobral, onde a equipe havia conquistado uma competição regional de basquete. O grupo seguia para Juazeiro do Norte, cidade de origem dos atletas. Segundo as autoridades, a maioria dos ocupantes conseguiu deixar o ônibus após o acidente e apresentava apenas escoriações. Pelo menos 30 pessoas receberam atendimento médico, e apenas uma vítima precisou ser retirada das ferragens. Até o momento, seis das sete vítimas fatais foram identificadas. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e Perícia Forense atuaram no resgate e na apuração da ocorrência. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas. As primeiras linhas de apuração consideram a possibilidade de falha mecânica ou erro do motorista. Informações preliminares apontam que os passageiros não utilizavam cintos de segurança no momento do capotamento. O motorista foi encaminhado para atendimento médico e, posteriormente, prestou esclarecimentos às autoridades pela investigação.
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Decisão atinge lotes específicos de desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos fabricados antes das datas consideradas seguras pela agência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Os produtos afetados incluem desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos de diferentes marcas. A suspensão vale para lotes específicos com identificação na embalagem, cuja venda foi proibida após inspeção sanitária que identificou problemas na fabricação.
- A agência reguladora informou que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos após março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após uma inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026 identificar o descumprimento de requisitos previstos na regulamentação do setor. Entre os produtos afetados estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, além de detergentes lava-louças de diferentes versões e linhas. Também foram incluídos na restrição os lava-roupas líquidos das marcas Tixan Ypê e Ypê. A suspensão vale para todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026, no caso dos desinfetantes e detergentes. Para os lava-roupas líquidos, a restrição atinge os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril de 2026. De acordo com a agência reguladora, análises apresentadas pela fabricante demonstraram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas. Por esse motivo, a medida foi mantida apenas para os lotes mais antigos. A Anvisa informou ainda que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos entre março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores que possuam produtos pertencentes aos lotes suspensos devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Celebrada em 12 de junho, a data foi criada no Brasil e ganhou força por anteceder o dia dedicado a Santo Antônio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Dia dos Namorados no Brasil, celebrado em 12 de junho, possui uma origem singular em comparação com a data adotada globalmente. Criada em 1949 como uma estratégia comercial para impulsionar vendas, a celebração se consolidou no calendário nacional. A escolha da véspera do Dia de Santo Antônio, em 13 de junho, não foi aleatória, visando aproveitar a popularidade do "santo casamenteiro".
- Santo Antônio ganhou sua fama por auxiliar casais e pessoas sem condições financeiras a realizarem o casamento, o que fortaleceu a ligação entre a data romântica e a devoção religiosa no país. Enquanto o Valentine's Day é comemorado em fevereiro em outras nações, o Brasil mantém sua própria tradição, unindo o romantismo da troca de presentes à forte influência cultural e religiosa do santo.
Foto: Reprodução
Celebrado em 12 de junho, o Dia dos Namorados no Brasil tem origem diferente da adotada em grande parte do mundo. A data foi criada em 1949 como uma estratégia para impulsionar as vendas do comércio e acabou se consolidando como uma das principais celebrações do calendário brasileiro. A escolha do dia não foi aleatória. O Dia dos Namorados é comemorado na véspera do Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho. Conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”, Santo Antônio ganhou essa fama por ajudar pessoas sem condições financeiras a realizarem o sonho do casamento, além de ser associado a histórias e tradições ligadas à formação de casais. Com o passar dos anos, a proximidade entre as datas fortaleceu a relação entre a celebração romântica e a devoção religiosa. Em diversas regiões do país, especialmente durante os festejos juninos, ainda são mantidas simpatias e tradições populares envolvendo pedidos feitos ao santo em busca de um relacionamento ou casamento. Enquanto países como os Estados Unidos comemoram o Valentine's Day em fevereiro, o Brasil adotou uma tradição própria, unindo o romantismo da troca de presentes e declarações de amor à forte influência cultural de Santo Antônio.























